A Missa foi presidida pelo Padre Marcos Mubango, e nela concelebraram vários sacerdotes, na sua maioria Directores espirituais de movimentos eclesiais. Durante a homilia, o presidente da celebração explicou que cada movimento possui uma espiritualidade própria, mas o centro é Cristo. E, quando um movimento perde Cristo, transforma-se numa simples organização humana.
Na continuidade da sua alocução, o Padre Mubango alertou que, um movimento eclesial não existe para substituir a Igreja, nasce dela para torná-la mais viva e eficaz. Quando um movimento se separa da Igreja fecha-se e torna-se uma seita.
Quem também partilha este pensamento é o Vigário ad omnia da Arquidiocese da Beira, Padre Sílvio Anovo, que ainda pede para que cada movimento seja sinal de esperança na sociedade.
A celebração do Dia dos Movimentos é uma ocasião de renovação do compromisso cristão, reconstrução da irmandade e construção de pontes, num espírito de sinodalidade, ressaltou a Irmã Lola Januário, Coordenadora dos Movimentos Eclesiais na Beira.
“Vós sois corpo de Cristo e seus membros, cada um na sua parte”, foi o lema escolhido para a celebração do Dia dos Movimentos eclesiais na arquidiocese da Beira, evento que foi ainda marcado por animação e confraternização.
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