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Noite de ataques violentos dos EUA contra o Irã: uma família é morta em Qeshm

Uma série de ataques definidos como “intensos” por quem os lançou: nas redes sociais, o Comando Central dos Estados Unidos, Centcom, escreve assim em referência à intensa onda de ataque...

Noite de ataques violentos dos EUA contra o Irã: uma família é morta em Qeshm

Uma série de ataques definidos como “intensos” por quem os lançou: nas redes sociais, o Comando Central dos Estados Unidos, Centcom, escreve assim em referência à intensa onda de ataques da noite entre quarta e quinta-feira em território iraniano contra centros de comando dos Pasdaran, instalações de mísseis e drones, locais de vigilância, defesa costeira e capacidade marítima. No local, foram registradas três vítimas – entre elas, uma criança de 2 anos –, todas pertencentes à mesma família, na ilha de Qeshm, além de outras duas crianças feridas.

O objetivo dos EUA não é apenas responder aos ataques com mísseis de quarta-feira contra as forças norte-americanas, mas também, e sobretudo, reduzir as capacidades militares do Irã e as ameaças dos grupos afiliados contra as forças dos EUA, o tráfego marítimo comercial e os países vizinhos do Golfo. A Jordânia declarou ter interceptado e abatido, sem causar danos nem vítimas, cinco mísseis de Teerã. Por sua vez, os Pasdaran voltaram a ameaçar os Estados Unidos por causa dos novos ataques e todos os países que os apoiam, e declararam ter atingido dois petroleiros flagrados tentando forçar o bloqueio no Estreito de Ormuz.

Ademais, o almirante norte-americano Brad Cooper, chefe do Centcom, teria apresentado dias atrás ao presidente dos EUA, Donald Trump, um plano que prevê uma verdadeira campanha aérea de cerca de duas semanas com ataques em grande escala destinados a reduzir a capacidade de mísseis de Teerã, em vez de ataques direcionados de retaliação, mas há o risco de desencadear uma nova escalada militar.

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