Os moçambicanos devem continuar a “remar”, o que não significa refazer taxativamente o que Samora Machel, proclamador da independência fez, afinal as circunstâncias são outras, por isso, Ngoenha defende a necessidade de retomar o espírito da independência para que consigamos ir para frente.
Questionado sobre o nível do desenvolvimento de Moçambique, o filósofo falou do crescimento populacional, e o mesmo não aconteceu nas infraestruturas em diferentes sectores.
Severino Ngoenha falava na noite de quarta-feira (24) na livraria Fundza, cidade da Beira, no final do Atelier filosófico, que teve como tema: “Lutar por Moçambique, hoje”, evento que juntou pesquisadores de diferentes áreas.
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