O ataque, que ocorreu durante fortes chuvas na região, mergulhou a comunidade local no caos, com paroquianos aterrorizados fugindo da igreja em busca de abrigo.
Alguns paroquianos tentaram perseguir os atacantes, mas desistiram porque eles estavam fortemente armados e porque não queriam colocar em risco a vida dos reféns.
A polícia iniciou uma operação de busca, que, segundo eles, permitiu que pelo menos um dos reféns escapasse dos sequestradores e voltasse para casa. O catequista, enquanto o seminarista, identificado como Lawrence Chidera Igbo, e o fiel, identificado apenas pelo primeiro nome, Emmanuel, permaneceram nas mãos dos sequestradores.
A violência na Nigéria é impulsionada principalmente por ações de grupos jihadistas, banditismo armado e conflitos intercomunitários, gerando uma crise de segurança generalizada nas regiões norte e central do país.
As ações violentas são praticadas principalmente por facções como o Boko Haram e o Estado Islâmico na África Ocidental (ISWAP), focadas em insurgências e ataques a comunidades no nordeste.
Já as gangues criminosas locais são responsáveis por invasões a vilarejos, saques e sequestros em massa de civis para exigir resgates financeiros no noroeste.
Soma-se a isso as lutas por recursos agrários e episódios de perseguição e intolerância religiosa no cinturão central (Middle Belt).
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