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Evangelho de 6 de julho

Um homem aproximou-se de Jesus e disse: minha filha acaba de morrer. Vem, impõe tua mão e ela viverá. Jesus se levantou e o seguiu. Nisso, uma mulher que sofria de hemorragia, veio por...

Evangelho de 6 de julho

Um homem aproximou-se de Jesus e disse: minha filha acaba de morrer. Vem, impõe tua mão e ela viverá. Jesus se levantou e o seguiu. Nisso, uma mulher que sofria de hemorragia, veio por trás dele, no meio da multidão, pensando: se eu conseguir tocar no seu manto, ficarei curada. E ficou!

Jairo, o chefe da sinagoga, prostra-se aos pés de Jesus. A mulher anônima toca o manto, às suas costas. Um pede em voz alta; a outra age em silêncio. Um tem nome e cargo; a outra não tem sequer rosto no meio da multidão. Mas ambos chegam com tudo o que têm: a fé na sua forma mais genuína! O Evangelho sugere que nos aproximemos assim, sem termos vergonha da necessidade, sem desistir antes de confiar.

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