O livro “Noé. Começar no fim do mundo” (Livraria Editora Vaticana, 112 páginas, 12 euros), de Fabrice Hadjadj, está disponível nas livrarias desde 27 de agosto.
O que um mito bíblico como o de Noé tem a ver conosco? Por que Deus pede a ele que salve tanto os animais puros quanto os impuros? O que o dilúvio, a pomba e o arco-íris podem nos dizer sobre nossa época conturbada? Essas páginas da Bíblia parecem distantes da nossa vida. No entanto… Fabrice Hadjadj nos conta novamente a história do patriarca bíblico, a quem Deus pediu que construísse uma arca, com o intuito de abordar algumas grandes questões da atualidade: as relações interpessoais, a diferença sexual, o trabalho e seu sentido humano, a ausência de Deus e o sentido do sacrifício…
Hadjadj nos oferece um livro que fala de nós, de nossas escolhas e de nossas prioridades. Pois a alternativa se apresenta sempre diante de cada geração: comer e beber, e nada mais, porque amanhã morreremos, ou construir algo para aqueles que virão depois de nós.
O martelo de Noé, que constrói a arca, tem o som suave de quem sabe o que significa ser responsável perante os pósteros.
Escritor, dramaturgo e filósofo, o intelectual católico Fabrice Hadjadj (1971) dirigiu por 13 anos o Instituto Philanthropos em Friburgo, na Suíça. Atualmente, é diretor do “Incarnatus est”, um centro de pesquisa universitária para jovens com sede em Madri, onde se combinam formação acadêmica, vida comunitária e animação espiritual. Entre seus livros publicados em italiano estão: Mística da carne (Medusa), A fé dos demônios (Marietti), O Paraíso à porta (Lindau) e Ressurreição (Ares). Por suas obras, recebeu reconhecimentos como o Prêmio Lustiger da Académie française, o Prêmio dos livreiros religiosos franceses, o Prêmio Espiritualidade de Hoje e o Prêmio Internacional de Cultura Católica.
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